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O Balanced Scorecard e a sua importância para o escritório de advocacia (por ÉOS - Inovação na Advocacia)

Com a proximidade do novo ano devemos iniciar os trabalhos no sentido de apontar nosso foco para os objetivos para 2018, sob pena de sermos engolidos pelo dia a dia e perdermos de perspectiva nossa visão de longo prazo.

Bom, antes de continuar, permita-me lhe fazer uma pergunta: qual é a visão de longo prazo do seu escritório?

Quando fazemos esta pergunta, normalmente, não obtemos uma resposta clara e objetiva. Isso acontece justamente porque o gestor não investiu tempo para planejar como será o futuro do seu empreendimento jurídico e, como consequência, fica à deriva, sem foco e sem alinhamento estratégico.

Existem algumas ferramentas interessantes para se fazer um planejamento estratégico, tais como a Matriz SWOT, 5 forças de Porter, Matriz BCG e o Balanced Scorecard, este último foco deste artigo.

Balanced Scorecard (BSC) é uma metodologia desenvolvida pelos professores da Harvard Business School, Robert Kaplan e David Norton, no início da década de 1990, que objetiva a medição e gestão de desempenho de empreendimentos.O principal objetivo do BSC é o alinhamento do planejamento estratégico com as ações operacionais do escritório, trata-se de uma ferramenta de comunicação e gestão da estratégia.

Com a evolução do mercado da advocacia, os empreendimentos jurídicos precisaram se reinventar, se profissionalizar e esse cenário é marcado por uma revolução no modelo de competição.

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Acompanhe a entrevista com Daniel Arbix, diretor jurídico do Google, sobre a transformação do direito na era digital e a simplificação do acesso à Justiça. (JUSTTO)

Não é de hoje que o uso da tecnologia desperta o interesse (e o medo!) em alguns entusiastas do assunto, e no universo jurídico não é diferente. Com o ritmo acelerado em que as coisas acontecem e a crescente necessidade de nos tornarmos multitarefas para darmos conta de volumes cada vez maiores, trazer a tecnologia para dentro de nossas empresas e escritórios é cada vez mais fundamental.

E para tratar este assunto mais amplamente, Daniel Arbix, diretor jurídico do Google, doutor pela USP e mestre em Law, Science & Technology pela Stanford, lançou seu livro “Resolução Online de Controvérsias”. Em entrevista, ele traz algumas considerações interessantes acerca da resolução de conflitos na Era Digital. Confira abaixo:

1. Por que você se interessou sobre o assunto de resolução online de controvérsias?

Sempre fui apaixonado pela internet e por discussões sobre seu futuro. Ao fazer compras online, participar de redes sociais ou sonhar com democracia participativa, ainda nos anos 2000, comecei a me perguntar como o direito seria transformado e como seriam os tribunais do futuro. Tive diálogos sobre esse tema vibrante com juristas, cientistas políticos e economistas e cada aprendizado (sobre estornos de cartão de crédito ou sobre a mediação então semi-automatizada do Mercado Livre, por exemplo) me deixava mais instigado. Ao estudar no Vale do Silício e conversar com empresas, empreendedores e investidores que apostavam alto em tecnologias de resolução de controvérsias, o tema me arrebatou de vez.

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A relevância de meios alternativos de soluções de conflitos (por Bruno Gonçalves, da Martorelli Advogados)

Vivemos em um momento de pura e efetiva globalização, onde todos estão subjugados às sequelas deste acontecimento e, principalmente, em razão disso, imergidos numa sociedade assolada pela tensão econômica. Neste cenário, eclodiu-se uma ostensiva litigiosidade, cuja solução, talvez, não seja exequível através apenas dos meios tradicionais.

O desenvolvimento tecnológico, a facilidade e praticidade no acesso à informação são características que impõem constantes mudanças na sociedade. Denomina-se “vuca” (1) essa realidade de rápidas transformações. Trata-se de um conceito trazido pelos norte-americanos, após a Guerra Fria, para descrever um mundo de mudanças velozes, em um curto espaço de tempo.

Conduzindo esse panorama para a relação da sociedade com o Poder Judiciário, é fácil perceber que a relevância de tal conceito está diretamente ligada à forma imediatista como as pessoas estão tomando decisões.

Com isso, a obstrução dos meios de acessibilidade à justiça e sua morosidade, vêm se tornando um entrave cada vez mais presente e crescente nos países da América Latina, bem como nos países europeus. Isso faz com que haja uma falta de credibilidade cada vez mais notável da população em relação ao Poder Judiciário.

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Entrevista com João Paulo Martinelli, sócio do escritório Urbano Vitalino Advogados, em São Paulo

Acompanhe a entrevista com João Paulo Martinelli, especialista, mestre e doutor em direito penal pela Faculdade de Direito da USP, membro efetivo do Instituto dos Advogados de São Paulo e membro da comissão de direito penal econômico da OAB/SP. Ele abordará questões peculiares ao compliance.

1. Quais são as principais competências e atributos que o advogado corporativo deve desenvolver para atuar com compliance ? Por quê ?

Primeiramente, deve-se conceituar compliance. Em breves palavras, compliance é um conjunto de regras que devem ser seguidas por um grupo. Essas regras têm por finalidade impor um comportamento conforme ao ordenamento jurídico para evitar a prática de atos ilícitos por meio da empresa. Sendo assim, o advogado corporativo, independentemente de sua especialidade, deve ter como principal atributo a capacidade de analisar a situação presente da empresa e enxergar eventuais problemas futuros. Ou seja, avaliam-se as circunstâncias atuais para verificar quais os riscos de a empresa incorrer em ilícitos. Desse modo, deve-se conhecer a legislação para aplicá-la ao caso concreto de maneira preventiva, pois esse é o principal objetivo do compliance: prevenir. O advogado que atua no compliance prioriza a prevenção em relação ao litígio.

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  • Dr. James Marins

    Dr. James Marins

    "Ótima iniciativa a criação do site Advogado Corporativo. Ainda temos no Brasil forte deficiência de profissionais da área jurídica com formação adequada para a advocacia corporativa. A produção de material formativo e crítico sobre o tema, divulgado eletronicamente, será útil tanto para advogados como para empresas. Parabéns!"

    Doutor em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Pós-Doutor em Direito pela Universidade de Barcelona, na Espanha. Membro da Academia Brasileira de Direito Tributário. Presidente do Instituto Brasileiro de Procedimento e Processo Tributário. Professor Titular da Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Advogado em Curitiba.

  • Dr. Gilson Dipp

    Dr. Gilson Dipp

    “Cumprimento os idealizadores do site voltado à advocacia corporativa. A advocacia de vocês é extremamente especializada e privilegiada. A figura do compliance (ou gestão de integridade) mostra-se mecanismo relevante de auto proteção interna das empresas, cujos parâmetros de avaliação levarão em conta sua efetividade. Penso, também, que o exemplo de vocês servirá de guia para aqueles advogados que labutam neste imenso país, orientando médias e pequenas empresas. A cultura do compliance, portanto, não deverá ficar restrita a empresas de envergadura, mas multiplicando-se no universo das empresas nacionais. Este, também, será outro desafio para vocês.”

    Ministro do Superior Tribunal de Justiça aposentado

  • Dr. Daniel Cooperman

    Dr. Daniel Cooperman

    "I am happy to contribute to the success of your new website. Corporate lawyering, to be sure, requires a sound understanding of corporate and securities law. However, it requires much more than that. An effective corporate lawyer must be intimately familiar with the business of the client, the industry of the client and the culture of the client. Only then can a corporate lawyer operate at peak performance.”

    Graduado em Direito e em Administração pela Universidade de Stanford, nos EUA. Foi Diretor Jurídico nas empresas Oracle e Apple, reportando-se diretamente ao CEO, Steve Jobs. Professor na Faculdade de Direito da Universidade de Stanford. Advogado na Califórnia, nos EUA.

  • Dra. Alessandra Nascimento

    Dra. Alessandra Nascimento

    “Que bom que iniciativas como o lançamento do site ADVOGADO CORPORATIVO estejam finalmente acontecendo! Os tempos são outros e é preciso repensar o papel do advogado que assessora as empresas. O advogado corporativo precisa desenvolver outras habilidades para além de conhecer o Direito. O desenvolvimento de talentos próprios, como aprender a negociar bem, com clientes internos e externos, por exemplo, é uma necessidade inegável. E há tantas outras ainda por explorar! Bom ter novos espaços para poder fazer isso.”

    Pós-graduada em Direito Processual e graduada em Direito pela Universidade de São Paulo. Participante do Program of Instruction for Lawyers da Harvard Law School, nos EUA, sobre Técnicas de Negociação. Professora convidada da Universidade Católica Portuguesa em Lisboa. Advogada em São Paulo.

  • Dr. Diogo Leite de Campos

    Dr. Diogo Leite de Campos

    “Parabéns aos promotores do site sobre advocacia corporativa. É necessário continuar o trabalho dos últimos anos no sentido de assegurar os direitos de todos os integrantes da empresa (sócios maioritários e minoritários, trabalhadores) e oferecer à empresa os instrumentos jurídicos do seu crescimento econômico. Este faz-se também (algumas vezes sobretudo) através da criação da mais adequada tecnologia jurídica.”

    Doutor em Direito (Universidade de Coimbra e de Paris II) e Doutor em Economia (Universidade de Paris IX). Professor Catedrático da Faculdade de Direito de Coimbra e da Universidade Autônoma de Lisboa. Advogado em Lisboa.

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